Na última semana, aconteceu uma reunião do Fórum Nacional dos Governadores, cujo propósito era discutir possibilidades para aumentar a arrecadação federal. Neste contexto, surgiu a proposta de se efetuar a cobrança tributária sobre a venda online de videogames.

De acordo com o que preveem os governadores, a medida resultaria em uma arrecadação de R$ 18 bilhões, o que, consequentemente, surtiria impacto positivo na disponibilização de recursos para outras áreas, como a segurança pública. 

A sugestão, feita pelo governador do Estado do Piauí, foi bem recebida pela maioria dos representantes das unidades federativas. Para alguns deles, no entanto, não haveria necessidade de se estabelecer tributação sobre jogos eletrônicos para aumentar os recursos do país, visto que, conforme acreditam, o principal problema diz respeito às deficiências do processo de gestão. 

No Brasil, 71% do valor dos videogames é composto por impostos. Essa alta carga tributária supera a de vários outros produtos — como armas de fogo, por exemplo. Recentemente, uma medida do Governo Federal reduziu em 20% o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre consoles e acessórios de jogos eletrônicos; contudo, além de não afetar os jogos em si, a iniciativa também não representou grandes impactos para o consumidor final, que ainda enfrenta altos preços em suas compras.

De igual maneira, a ideia de cobrar impostos sobre a venda online de videogames vai de encontro à iniciativa Federal, que pretende estimular o consumo através da redução tributária sobre este gênero de produto. 

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