A tecnologia tributária ainda é vista com certo receio por muitos profissionais da área. Historicamente, isso não é tão incomum quanto parece. Por isso, queremos mostrar como a tecnologia vem auxiliando a humanidade ao longo do tempo — até chegar na área tributária.

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Você sabia que em 1865, quando o então presidente dos Estados Unidos da América, Abraham Lincoln, foi morto, a notícia demorou cerca de 3 meses para chegar ao Brasil? E que quando o Duque de Edimburgo morreu em 2021, a notícia demorou cerca de alguns minutos para chegar ao Brasil?

Essa evolução na velocidade de informação só foi possível graças à tecnologia — um conceito bastante amplo, já que todas as evoluções da humanidade podem ser consideradas tecnológicas. Posto isso, podemos definir a tecnologia como “todo instrumento que auxilia ao ser humano”.

Nós podemos não perceber, mas a tecnologia está presente em diversos aspectos do nosso dia a dia. É possível encontrá-la desde o celular, que hoje em dia é praticamente um computador na palma da mão e praticamente todos possuem, até no mercado de trabalho.

Hoje, muitas profissões são pautadas pela tecnologia, como o jornalismo, que se utiliza diariamente da internet para se manter por dentro do que acontece no mundo. Outro exemplo bastante prático é a gastronomia, que utiliza as maiores inovações tecnológicas — desde freezers até novos instrumentos — para executar cada vez melhor o seu trabalho.

E a área tributária obviamente não poderia estar longe dessa lista.

Nos últimos anos, a tecnologia tributária vem assumindo um papel cada vez mais importante no dia a dia dos profissionais da área. Assim como no caso de Abraham Lincoln e do Duque de Edimburgo, ela veio para suprir necessidades do mercado e auxiliar o tributarista nas suas tarefas.

No entanto, ainda há um medo muito grande em relação à tecnologia. Nesse texto, queremos te mostrar o porque esse receio é infundado e porque a área tributária só tem a ganhar ao abraçar a tecnologia.

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De onde vem o medo da tecnologia? 

Nas obras de ficção científica, não foram poucas as vezes em que a tecnologia foi retratada como a grande vilã da humanidade. Filmes como “2001: uma odisseia no espaço”, de 1968, e séries como “Black Mirror”, de 2011, são bons exemplos disso. 

Na primeira história, HAL 9000, o computador que controla a nave Discovery, passa a eliminar os tripulantes um a um durante uma viagem à Júpiter. Já em Black Mirror, temos diversas amostras de como a tecnologia pode ser prejudicial aos seres humanos — principalmente pela forma como eles se relacionam com os benefícios que ela proporciona.

E embora não seja difícil diferenciar os enredos desse tipo de produção cinematográfica e televisiva daquilo que é realidade, não dá para negar que eles carregam uma parte de verdade em relação à forma como nós, humanos, percebemos o tecnológico. Nos permitimos ficar maravilhados com aquilo que ele possibilita, mas ao mesmo tempo, tememos suas contribuições.

O que levanta a pergunta: de onde vem esse medo todo? 

O ser humano tende a ter medo do desconhecido. É praticamente um sistema de autoproteção que desenvolvemos durante os milhares de anos em que estamos na Terra. E a tecnologia é isso: desconhecida para nós — ou ao menos não sabemos até onde ela pode chegar.

Por isso, é natural que tenhamos medo da tecnologia e do que ela representa para nós. Um campo em que é possível identificar isso com clareza é o mercado de trabalho.  Sua relação com os avanços tecnológicos perpassa uma linha bem tênue. Ao mesmo tempo em que há a preocupação quanto à extinção de algumas profissões, há a expectativa quanto à criação de outras.

Um exemplo disso é a profissão de Projecionista de Cinema, que era o profissional que operava um projetor nas salas de cinema. Com o advento da tecnologia, as películas cinematográficas passaram a ser disponibilizadas no formato digital, o que dispensa alguém especializado no uso do projetor.

Assim como nesse caso, diversas outras funções manuais acabaram tendo seus profissionais substituídos por máquinas ou sistemas digitais. Dessa forma, criou-se um mito de que “a tecnologia vai acabar com as profissões”. Essa história não poderia estar mais errada. Na realidade, o que aconteceu foi que houve uma atualização do trabalho de muitos profissionais — além da criação de novos ofícios.

No setor de controle de qualidade de uma indústria automobilística, por exemplo, quem antes realizava as testagens de forma manual teve que se atualizar para operar as máquinas e softwares que hoje realizam essa tarefa de forma muito mais precisa.

A tecnologia tributária, por outro lado, criou novas profissões. Com a evolução tecnológica, profissionais que antes precisavam se ocupar com tarefas como o preenchimento de tabelas e o acompanhamento de atualizações tributárias, hoje podem se dedicar a novas tarefas, como a consultoria ou a recuperação de créditos tributários.

A tecnologia e o tributário: uma relação antiga

Como você sabe, são alteradas 52 normas tributárias por dia útil no Brasil. Naturalmente, acompanhar todas essas mudanças é uma tarefa extremamente difícil. Até 1970, era necessária a leitura de todas as publicações dos diários oficiais para filtrar as informações tributárias. 

A partir da década de 70, surgiram então as revistas semanais, nas quais constavam as alterações tributárias — poupando o contribuinte do exaustivo fardo de ir atrás destas mudanças. Esse modelo foi seguido aproximadamente até os anos 2000, quando surgiram os primeiros sites e portais online especialistas em atualizar os contribuintes.

Se levarmos em consideração o conceito de tecnologia apresentado no início desse texto, percebemos claramente que não é de hoje que a tecnologia está presente no meio tributário. Mas você sabe o que todos esses casos têm em comum? 

Todos ainda exigiam que o contribuinte fosse atrás das informações, independentemente de em qual local ela estaria.

Percebendo que havia essa lacuna no mercado, o Tax Group criou uma base de dados que opera a partir de uma estrutura de Inteligência Artificial. Ela acompanha diariamente todas as alterações tributárias e mantém atualizado o banco de normas que utilizamos para atender nossos clientes.

Dessa forma, conseguimos resolver um problema antigo do setor tributário, que ocupava um bom tempo do dia a dia dos profissionais. Assim, podemos executar com maestria o nosso trabalho, entregando os melhores resultados e garantindo a satisfação de nossos clientes.

Essa satisfação só é possível graças à dedicação que a nossa rede pode ter com os clientes graças ao tempo poupado diariamente na atualização dessas alterações. Além disso, o Tax Group foi além e identificou outras demandas, promovendo uma verdadeira revolução no dia a dia dos profissionais tributários.

A tecnologia tributária do Tax Group: uma revolução para os profissionais

O Tax Group hoje conta com mais de 20 produtos para os associados da nossa rede. Todos eles têm como base a tecnologia tributária para, de fato, mudar a forma como se encara a tributação no país.

Voltemos às 52 normas tributárias alteradas a cada dia útil no país. Além de ser impossível acompanhar todas as mudanças e ficar inteirado da totalidade do Código Tributário Nacional, percebemos também que a tecnologia tributária é capaz de operar com uma precisão muito maior. Caso semelhante acontece no setor de saúde, que hoje em dia pode realizar operações cirúrgicas com enorme precisão.

Assim, nos dedicamos a estudar todas as possibilidades que a tributação brasileira traz para os contribuintes e resolvemos revolucionar esse mercado.

Você sabia, por exemplo, que é possível economizar com o ICMS no transporte interestadual de mercadorias?

O Tax Group identificou essa como uma das oportunidades que poderiam ajudar os contribuintes. Assim, os associados da nossa rede podem oferecer essa e outras propostas aos seus clientes.

Não se faz uma revolução sem ser diferente; inovador. E inovação é o que não falta para o Tax Group. Podemos citar aqui, por exemplo, o Taxfy, o primeiro big data fiscal do país, ou, ainda, a nossa atuação na linha de frente da recuperação de créditos tributários na esfera administrativa.

Mas, revelando um segredo, o nosso grande diferencial, na verdade, é o profissional que atua conosco. Afinal, não adiantaria nada ter todas as ferramentas de tecnologia tributária à disposição se nossos sócios não fossem capazes de levá-las até os seus clientes. 

Esse é mais um exemplo de como a tecnologia não é a grande vilã que os filmes e séries mostram. Mesmo que haja uma revolução na forma como a tributação é encarada no país, o profissional tributário ainda cumpre papel fundamental nessa equação.

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